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sábado, novembro 26, 2011
Fallout 1 e 2 - Os jogos esquecidos...
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domingo, setembro 25, 2011
Nostalgia!
domingo, maio 30, 2010
Seção Retrô - Jim Power The Lost Dimension in 3-D

Jim Power The Lost Dimension in 3-D (SNES)
Desenvolvedor: Loriciel
Distribuidor: Loricel/Electro Brain
Gênero: Plataforma
Lançamento: 10 de Dezembro de 1993 (EUA)
Sessão retrô não é só felicidade não, muitos tiveram jogos dos quais se lembram até hoje de tão terríveis que eram, e esse é o motivo pelo qual Jim Power The Lost Dimension in 3-D merece ser relembrado.
Seguindo o sucesso dos jogos de plataforma como Super Mario, Jim Power se aproveitou da fórmula básica de avançar por estágios 2D.Mas o que torna esse jogo tão marcante? Simples, o fato de ser possivelmente o jogo mais difícil do SNES, acreditem ou não, superando até mesmo Battle Toads.
Seu personagem é a personificação da fraqueza, pois pode ser derrotado por tudo que se mexe na fase com exceção de plataformas flutuantes, e isso inclui até mesmo gotas de água caindo do teto. É possível notar pelas fases que os criadores do jogo pensaram muito em diversas formas de surpreender, devido ao grande número de armadilhas espalhadas em cada uma.
Seu personagem possui uma arma que pode receber poucos upgrades que caem de criaturas derrotadas. Na maioria das vezes esses upgrades só aumentam o poder e o tamanho do tiro.
As lutas contra os chefes são um ponto bom do jogo, pois são muito bem feitas, normalmente os chefes são criaturas do tamanho da tela que possuem um unico ponto fraco que é extramente bem "guardado". Só para se ter uma idéia, nunca cheguei a passar da fase onde mudavam a visão para uma tela superior a qual, se não me engano, é a segunda fase.
Apesar de tudo o jogo poderia ter tido um futuro promissor, mas sua dificuldade acabou complicando isso.
Ficou famoso na época?
Técnicamente ficou, mas por ser um dos jogos mais impossíveis, algo não muito vantajoso.
Prós: Divertido ver o personagem morrer de várias maneiras que sempre te surpreendem.
Contras: Dificuldade excessiva.
Avaliação
Diversão: 5.0
Áudio: 3.0
Jogabilidade: 2.0
Geral: 3.0
Comentários: Apesar de tudo é um jogo que vale apena ver pelo menos uma vez na vida, hoje em dia ainda me rende boas risadas.
domingo, setembro 06, 2009
Seção Retrô - Final Fantasy Mystic Quest (SNES)

Final Fantasy Mystic Quest (SNES)
Desenvolvedor: Square Enix
Distribuidor: Square Enix
Gênero: RPG
Lançamento: Setembro de 1993 (EUA)
Tenho que me desculpar. Acho que deixei os poucos fãs de games que acompanham este blog na mão. Mesmo assim, estarei atualizando volte e meia!
Inaugurando outra seção pra galera que curte os jogos antigos que marcaram a infância: Seção Retrô. Uma vez ou outra pinta algum jogo antigo legal que dá vontade de zerar, então ele será analisado e postado aqui, fiquem atentos!
Final Fantasy Mystic Quest passou um pouco despercebido do público, por se tratar de um jogo simples e que não fez sucesso. A meta da Square era criar um rpg simples para iniciantes começarem antes de encarar o Final Fantasy normal, principalmente nos EUA, que não tinha muitos consumidores de RPG.
A história é sobre o cavaleiro Benjamin (na versão americana), o "escolhido" da profecia para recuperar os 4 cristais que foram roubados da Focus Tower. Sem eles ocorre um desequilíbrio na Terra, fazendo monstros aparecerem por todos os cantos. O objetivo do herói é restaurar os cristais e garantir a paz na Terra.
Diferente dos outros Final Fantasy's, a fórmula usada em Mystic Quest pode ser uma mistura de Zelda e Chrono Trigger (apesar deste último ter sido lançado bem depois). É possível usar as armas fora do combate para atravessar o cenário, como por exemplo um machado que serve para cortar árvores, além de combater inimigos. Outra diferença é que o jogador pode ver os inimigos na tela e pensar se quer entrar em combate com eles (mesmo que a maioria deve ser obrigatóriamente eliminada). O combate é a velha marca de Final Fantasy: por turnos mas muito mais simplificada, já que os parceiros que o herói arruma durante sua jornada podem atacar automáticamente e existe pouca estratégia nas lutas.
Poucas magias estão disponíveis, mas ajudam muito na hora em que algum chefe aparece. Geralmente o jogador encontra grupos de três monstros por luta, que é o máximo. Como as armas principais dão conta do recado, as magias ficam guardadas para algum chefe ou quando se precisa usar a cura. Depois de algum tempo, o jogo começa a se tornar realmentente monótono, pois é preciso enfrentar os mesmos inimigos inúmeras vezes em cada calabouço. O processo se torna repetitivo e chato, já que facilmente se descobre como matar tal monstro em tantos turnos, usando apenas a espada, por exemplo.
A história não empolga e é simples demais. Existem poucos diálogos e dá pra perceber que o foco do jogo são as lutas e passagens de um cenário a outro usando suas armas. Os gráficos são simples pra época e enjoam depois de um tempo, principalmente o design dos monstros, que mudam de cor na maioria das vezes para mostrar que são mais difíceis. As músicas chegam a dar dor de cabeça depois de algumas horas, quando se chega na metade do jogo. As do combate então...recomendo sair para jogar uma bola e fazer algo melhor a cada meia hora, caso contrário vai cansar facilmente.
Caso queira relembrar como foram os primeiros Final Fantasy's e não tem o que fazer, Mystic Quest é uma boa pedida. É preciso ter muita força de vontade para terminar, principalmente paciência, mas não deixa de ser um RPG.Ficou famoso na época?
Por levar a marca Final Fantasy já parece ser algo bom, mesmo que seja um dos piores da série. O jogo não foi muito comentado na época e é discriminado por apresentar um conteúdo inferior aos outros Final Fantasy's
Prós: Jogabilidade diferente nas partes do cenário e mapas.
Contras: Gráficos e áudio enjoativos, repetitivo.
Avaliação
Diversão: 6.5
Áudio: 6.0
Jogabilidade: 8.0
Dificuldade: 5.0
Geral: 6.3
Comentários: Não existe um "replay", caso você zere, é isso aí e acabou. São poucas as partes de exploração, o jogo se torna bem linear em diversos pontos, exceto nas dungeons mais extensas. A dificuldade encontrada é aguentar as lutas simplórias repetidas, tirando um e outro chefe mais complicado.

