Desenvolvedor: Square EnixDistribuidor: Square Enix/ Buena Vista Games
Gênero: RPG Ação
Lançamento: Setembro de 2006
Kingdom Hearts é uma mistura que para alguns funcionou e para outros não, eu sou um dos que curtiu o game, a idéia de utilizar-se de personagens da Disney foi algo inesperado de uma empresa na qual a maioria dos jogos trazem um detalhamento mais sério e profundo em suas histórias.
Para mim a seqüência ficou melhor, pois o jogo surpreende pela sua facilidade e simplicidade, o jogo foca principalmente nas batalhas, que rolam freneticamente em qualquer canto do cenário.
Para mim a seqüência ficou melhor, pois o jogo surpreende pela sua facilidade e simplicidade, o jogo foca principalmente nas batalhas, que rolam freneticamente em qualquer canto do cenário.
Um novo sistema também foi criado, que pode ser chamado de "Triangulo do poder" xD, funciona bem simples, em um determinado momento durante uma luta você pode apertar triangulo e uma cena acontecerá, algo parecido com God of War, mas neste caso se houver alguma ação seguida será necessário apertar triangulo novamente, só que para cada tipo de criatura há um movimento diferente, alguns dele são bem simples, outros já envolvem uma coordenação tão forte quanto God of War.
Isto trás ao jogo uma perspectiva maior de ação o que até faz você esquecer que se trata de um jogo de rpg, mas claro que como todo bom rpg, você deve treinar em alguns momentos para ganhar novos poderes, itens, e o melhor de tudo, habilidades, neste jogo muitas habilidades vão sendo disponibilizadas, desde aquelas adquiridas por level e as que já vem em certos equipamentos, destas, você escolhe uma combinação a qual vai usar podendo formar desde de combos simples de poucos hits, ou combos que permitiram você manter um oponente preso por um bom tempo.
O jogo possui muitas opções de ataque como "drives" (neste jogo algo como uma fusão de personagens), summons, magias (como todo bom rpg) e os limits, que são golpes em dupla executados pelo personagem principal "Sora" e algum personagem que estiver no grupo, sendo que cada personagem possui um limit diferente com Sora. (Abaixo Sora e... "Respondam vocês fãs de FFX" executando o limit "Bushido")
A história é uma complicação no começo, pois você começa com um personagem diferente e a ausência do personagem principal é um pouco mal explicada (na verdade ela é explicada no jogo Kingdom Hearts RE:chain of Memories), mas com o andar da história você começa a agrupar os acontecimentos, tendo muitas reviravoltas e momentos tocantes (algo que os produtores da série FF sabem como focar muito bem desde suas participações em jogos mais antigos como Chrono Trigger), e é claro não poderiam faltar alguns personagens clássicos da série FF (Cloud, Sephirot, Squall e alguns outros) no meio da história.Por que vale a pena?
Kingdom Hearts é possivelmente um dos melhores rpgs de ação que existe no mercado, e ainda mais se você der uma chance para ver os personagens da Disney de uma maneira bem diferente, você vai acabar se surpreendendo.
Prós: Ação frenética, facilidade nos comandos e simplicidade geral no jogo.
Contras: As dificuldades mais altas parecem sempre roubar de um certo jeito de você, mas nada que algumas tentativas não dêem cabo de passar por algum desafio.
Avaliação
Gráficos: 8.0
Áudio: 9.0
Jogabilidade: 9.0
Replay: 8.0
Geral: 8.5
Zerado: 100%
Comentários: Como não há new game+ é necessário chegar aos 100% antes de enfrentar o boss final, sendo que somente zerando acho que se conseguem uns 75% do jogo, o resto são na maioria desafios de coleta, ou lutas extras como secret boss ou torneios.
Por: W;D


Após acordar em Tranverse Town (lugar desconhecido), você luta com algumas criaturas e logo se junta ao Donald e Pateta, que descobrem que você é o tal Keyblade Master. Assim, partem em busca do rei Mickey e dos amigos de Sora, que desparareceram quando a ilha foi sugada.Apesar de parecer simples, a trama vai se desenrolando e mostrando a mesma complexidade de algum Final Fantasy.
Depois da história, talvez a melhor surpresa é que o sistema de batalha é diferente dos Final Fantasy's. A ação acontece em tempo real, deixando tudo muito mais rápido e simples. Além de usar combos e ataques estilosos, é possível usar magias como Fire, Ice e Thunder (assim como suas evoluções), enquanto que Donald e Pateta o ajudam no meio da luta. Sora conta com ajuda de alguns personagens da Disney que aparecem por Summons como o Gênio de Aladdin e Simba do Rei Leão.
O que anima são os gráficos e as excelentes músicas. Pra época os gráficos são muito bons mas contam com alguns serrilhados. As músicas cativam desde o começo até o final. É muito difícil parar de jogar e não se lembrar de alguma que tocou relacionada a algum mundo.
Kingdom Hearts é um dos melhores rpg's do PS2 sem dúvida, e merece atenção mesmo para aqueles que acham que o jogo é infantil. Você estará prestes a mergulhas em uma das histórias mais bonitas já feitas para o PS2!
Desenvolvedor: Konami Computer Entertainment Japan
A engine do jogo é composta por: O botão quadrado para ataque, que a de longe dispara tiros e de perto utiliza ataques com um tipo de espada acoplada ao robô, o botão triangulo para fazer o robô subir (utilizando-se dos motores) e o botão X para descer, o botão O (bola) para agarrar inimigos ou objetos, o botão R2 para dar dash, o botão R1 para utilizar algo que seria um tipo de charge, carregando um poderoso disparo ou ainda tornar uma arma mais resistente do que o normal, o botão L1 para escolher a arma, que durante o progresso do jogo vão aparecendo cada vez mais armas com habilidades diferentes, o botão L2 para travar/destravar as miras e por ultimo os direcionais sendo o esquerdo para movimento do robô e o direito para a câmera.
Mas o jogo não é simplesmente gráficos e engine, também vem acompanhado de uma incrível trilha sonora que vai fazer você sentir cada momento do jogo.
(Dingo Egret)

Trunks resolve usar a máquina do tempo para voltar ao passado novamente e pedir ajuda dos guerreiros Z (que por lá já venceram Buu). A história é cheia de surpresas, como a parte em que os heróis vão para o céu e encontram nada menos que o Gohan do futuro, mestre de Trunks que morreu batalhando contra os andróides num dos especiais da série! A história empolga, apesar de ser contada em pequenos quadros e balões, com narrativas a cada capítulo. Existem também diversos finais para o jogo, a maioria ruim, mas não deixa de ser um atrativo a mais.
A jogabilidade é baseada no Budokai 3, com uma diferença de mecânica enorme. A luta ficou muito mais rápida e fácil a princípio, que muda conforme você avança no modo história. Existe um botão para carregar e outro para dar um "dash" em direção ao inimigo. As transformações permancem, com a mudança de que você deve escolher em quem quer se transformar no início da batalha: por exemplo, eu escolho Goku e quero transformar em SSJ3, devo escolher ele com a forma de SSJ3. Com 4 barras de ki, ele transforma direto do Goku normal em SSJ3, pulando as etapas anteriores. Os combos são praticamente os mesmos da série pra PS2, a diferença é que é possível seguir o inimigo usando o "Dash", resultando em combos e sequências estilosas.
Outro fator que mudou são as cápsulas, que foram substituidas por Cards. Cada personagem tem 9 espaços para serem preenchidos por Cards, que vão desde Vida, Ki, Golpes e Defesa até Ultimates. Cada card tem um número, sendo 9 o máximo. É possível fazer "combos", juntando cards especificos que aumentam o status de outros, maximizando algum poder em especial.
A maior diferença está na defesa e Ultimates. É possível usar o Ki para defender, como se fosse uma aura poderosa que impedisse qualquer tipo de dano. Isso começa a irritar quando os inimigos usam direto quando estão pra morrer, e mesmo que você use especiais no nível máximo, não são afetados. Os Ultimates não tem mais a animação nem minigame. Basta enxer 4 barras de Ki e apertar Círculo + Cima para usar o Ultimate do personagem como por exemplo o Super Kame Hame Há de Goku. Combinando os cards certos, você pode tirar mais de 5000 de dano se o ataque atingir o adversário.
Another Road é um ótimo jogo da saga Dragon Ball para quem nunca jogou e tem um PSP. As músicas foram retiradas da versão Budokai do PS2 e só deixam a desejar na parte do mapa mundi. A história é bem trabalhada apesar de estranha, mas garante horas de diversão. Não deixe de conferir esse episódio de Dragon Ball!